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Livros

Nesse livro, Maurício Castro dialoga com passagens pitorescas de um quotidiano que traz histórias esculpidas em meio popular. Além de enunciar os anseios humanos em sentido material, emocional e corpóreo, suas narrativas evidenciam com bom humor, os encontros e desencontros existenciais, a privilegiar a experiência e a excedência dos instintos, em alguns casos, vividos sem amarras. 
Inicialmente, os personagens Tuca, Geladeira, Tripé e Geninho foram o foco de inspiração por trazer uma descrição narrativa marcada pela irreverência e a indulgência quanto aos reclamos de suas próprias vontades; alguém que se permite viver à sua maneira apesar da moralidade situada. Decerto, essa liberdade de si sugeriu o contraponto e, por conseguinte, alguns “impostores” foram desvelados trazendo na sacola as marcas de sua hipocrisia. 
Esse ciclo primeiro desaguou em Jegue do Lixo, Caicó e em Chico, este com as suas dores atávicas, no fundo, respostas à ausência de sentido da vida ante à batuta de um sistema abominável, que impõe um modelo de vivência pretensamente irrefutável. Em seguida, os causos e a alegria de Pirangi contornaram essa tragicidade com certa irreverência, dando, assim, acabamento a uma “casa” que concilia compartimentos, verdadeiramente, intercomunicantes. 
Marque um encontro neste lugar e desfrute dessas narrativas que desembocam no saboroso estuário da existência humana.

Através dos poemas constantes em “Entre a rosa e o mandacaru”, Maurício Castro realiza um processo de catarse emocional de quem desafiou a linha do tempo e viveu seus instintos até as últimas consequências. 
As experiências da consciência e suas auto constatações foram literalmente privilegiadas, sobretudo quando já se buscava uma porta estreita que significasse a despedida de um mundo onde a juventude teria se tornado a melhor amiga da loucura. Numa perspectiva extrínseca e relacional advieram, também, de forma bem animada, os contrastes vividos por um “louco”, que fora remessado inadvertidamente para o meio “estampa fina”, com todos os seus clichês, alguns insuportáveis. 
Trata-se de uma reflexão não finalizada que projeta sentido existencial até a atualidade. Compartilhe a audaciosa vivência de quem flertou com a loucura e conseguiu sobreviver ou ressurgir como uma fênix.

Antologias


  • Conto
    • Sem sal (selecionado)
  • Poesia
    • Mãe mulher (selecionado)
  • Crônica
    • “Água de cheiro…” (selecionado)

Entre os textos finalistas (2025)

Um tempo sem tempo… (crônica)

Um dos colaboradores, entre 35 escritores e um artista plástico.

Antologia organizada por Katiana Rigaud – Raiz Livraria Editora (2025)

Rapadura de cristal (conto autobiográfico)


Autor

Apaixonado pela vastidão das “águas literárias”, Maurício Castro insurge como um escritor que encontra vitalidade, realização e refúgio “velejando com as letras”. A partir de “bons ventos”, incursiona suas narrativas sobre as coordenadas de um cotidiano cujo destino é a trilha perseguida com suas marcas desveláveis. 
É autor de “Entre a rosa e o mandacaru”, uma coletânea de poemas com recorte autobiográfico, escrita entre 2003 e 2006; e, também, de “Devaneios de Chico e outros contos”, finalizado no começo do segundo semestre de 2021, ambos os títulos editados pela Casa do Escritor.
Natural de Ilhéus/BA, e, indubitavelmente, filho de Itajuípe/BA, onde passara a sua infância e juventude, é pai de cinco filhos, casado com Gabriela Castro – o amor de sua vida –, e vive hoje nos “quatro cantos” situados pelo trabalho, sempre ao redor de livros (muitos!), a se dedicar à escrita com constância – uma essencialidade caminhante.

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Tel: (71)99136-4615

E-mail: mauriciocastro@velejandocomasletras.com

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Letras como velas singrando os mares…